São Paulo

7 medidas emergenciais para enfrentar a crise da água

02 Dec 2014   |   comentários

"Precisamos unir os sindicatos e oposições sindicais independentes do governo para mobilizar a população. Nenhuma família pode ficar sem água".

1) Precisamos colocar os sindicatos a serviço de uma luta unificada da classe trabalhadora em aliança com o povo pobre dos bairros mais atingidos.

2) Que o lucro dos capitalistas da água e das empresas poluidoras seja totalmente revertido para solucionar a crise.

3) Interrupção imediata de todos os recursos que os governos destinam ao pagamento de juros aos banqueiros e subsídios fiscais aos empresários, destinando essas verbas para solucionar a crise da água.

4) Nenhuma demissão pela falta de água! Redução da jornada de trabalho sem redução dos salários para manter os empregos à custa dos lucros patronais.

5) Implementação imediata um plano de obras públicas para providenciar uma rede de poços artesianos nos bairros pobres, despoluir nossos mananciais, construir novos sistemas de abastecimento e tratamento, administrados pelos sindicatos e associações de bairro.

6) Efetivação imediata de todos os terceirizados da Sabesp e contratação demais funcionários para estancar imediatamente o desperdício de 40% da água das encanações.

7) Estatização de todas as empresas de coleta, tratamento e distribuição de água, colocando-as sob a administração dos trabalhadores que as fazem funcionar em aliança com a população de cada região.

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